E eu tenho uma febre de 41º graus, prestes a me fazer convulsionar, e nenhum medicamento me cura, e ninguém consegue me salvar, e de repente a escrita faz aliviar essa febre.
Eu escrevo porque eu fico buscando salvação através disso, porque eu me sinto perdida num deserto, sem nenhum camelo pra me carregar, arrastando por entre esse deserto, e a escrita incrivelmente chega e me carrega no colo, e me livra dessa solidão que tem dentro de mim.
Há tantos sentimentos em mim que ás vezes me sinto inundada, prestes a me afogar, aí vem ela outra vez e me resgata desse oceano profundo e perturbador. E escrevendo descubro que se eu parasse de escrever eu morreria por não saber viver em mim...
As vezes não me aguento!
Sou tão cheia de peculiaridades...
Prii Barbosa
Prii Barbosa

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